Palácio de Caserta

Palácio de Caserta

Admire o Complexo Vanvitelliano do Palácio de Caserta!

A nível de classes dominantes, a Europa de 1700 formou uma só nação, cuja homogeneidade não se compara a nenhum dos séculos precedentes.

De Paris a São Petersburgo, de Berlim a Nápoles poderemos encontrar fortes sinais de igualdade de costumes, líguas, mesmos tipos de raciocínio em ambito filosófico, no modo de governar e no gosto artístico. Os Palácios são símbolos das várias monarquias, sobrevividos à revoluções, bombardeios e mau tratamentos, representam um elemento que demontram a grandeza das dinastias que passaram por eles.

Após a morte do Imperador CarloVI, iniciou-se uma guerra e a capital encontrou-se sob pressão da flota inglêsa para obter neutraliadade do Renho das Duas Sicílias; assim nasceu a necessidade de contruir uma nova capital longe do mar, mas não muito distante de Nápoles. O local mais adapto para construção era o terreno aos pés do Monti Tifatini, de propriedade dos Condes de Caserta, adversários dos Borbone, comprado inicialmente pelo rei para atividades de caça.

Escolhidos os locais e encontrado um arquiteto para desenhar o novo edifício, que além de hospedar a família real, pudesse conter uma Universidade, uma biblioteca, um departamento judiciário, um teatro, uma igreja e uma catedral teriam começado a contrução inspirada a maravilhosa Versailles, onde o rei havia passado momentos inesquecíveis, hospedado pela corte francesa. Carlo encarregou Vanvitelli, arquiteto de São Pedro, após ter pedido a benção do Papa Benedetto XIV.

O projeto apresentado por Vanvitelli em 16 folhas de cobre, não comprendia somente o Palácio e sua dependencias, mas também a planta de uma nova cidade que deveria nascer ao seu lado. Foram pré definidas ruas e estradas como o "Gran Viale" entre Nápoles e a Cachoieira que terminam na colina de Briano, para conectar idealmente a nova capital e a metrópole passando pelo Palácio Real. O Palácio era conectado idealmente por uma fita branca que nasce da Cachoeira e parece seguir o percurso da àgua para chegar à Capital. A avenida deveria ter aos seus margens riachos, que nunca foram contruidos.

A Colina de São Leucio fica na parte norte de Caserta, o Palácio do "Belvedere di San Leucio", cuja vista estendia-se até o mar, descrita pela princesa Anna Acquaviva em 1635 como um verdadeiro Castelo, rico de afrescos, revestimentos em mármore e arcos decorados com frutas cítricas e alouro. Aqui o rei Carlo havia reservado um pouco de terra destinado à caça de javalis e seu sucessor Ferdinando IV decidiu manter os locais onde havia vivido sua infância e contruir um pequeno edifício que oferecece repouso aos caçadores.

Infelizmente com a morte do herdeiro ao trono Carlo Tito a família real abandonou o Palácio. O projeto de Collecini, colaborador de Vanvitelli na contrução do Palácio, previa a criação de uma verdadeira zona industrial, Ferdinandopoli, com algumas fabricas, quarteirões e residencias para trabalhadoeres, praça central. A ocupação fancesa provocou uma crise na realização do projeto e San Leucio não foi contruido como previsto. Do projeto original foram contruidas somente algumas casas, O "Casino di San Silvestro", a "Vaccheria" e o sistema de conecções das estradas.

O local de "Carditello" nasce da decisão do rei Carlo de implantar uma criação de cavalos nas terras do Conde de Acerra; somente durante o reinado do filho Ferdinando, Collecini teve o encargo em 1787 de projetar os edifícios atravẽz da dupla função de "refugio" para caçadores e empresa agricola. Segundos de Ferdinando, Carditello servia para colocar em evidência sua adesão à velha política agricola, enquanto San Leucio deveria representar um empurrão ao novo modelo de desenvolvimento industrial, nascidas com idéias iluministas, que teriam levado vários benefícios à população.

Ingressos:

Inteiros

Reduzidos:

- visitantes com idade entre 18 e 25 anos não completados com apresentação de documento.
- professores de escolas estaduais da Comunidade Européia, com contrato a tempo indeterminado.

Gratuitos:

- aos cidadões da Comunidade Européia menores de 18 anos e maiores de 65 com apresentação de um documento de reconhecimento válido. Menores de 12 anos deverão ter acompanhante.
-guias turísticos em plena atividade proficional, com apresentação de licença devidamente autorizada.

-interpretes turísticos que acompanham guias proficionais, com apresentação de licença devidamente autorizada.
-dependentes do Ministério dos Bens Culturais e Ambientais.
-membros do I.C.O.M. (International Council of Museums ).
-grupos e comitivas escolares iatalianos, estaduais e dos estados da União Européia, acompanhados por professores, com reserva.
-professores e estudantes da faculadade de Arquitetura, Conservação de Bens Culturais, Sciências da Formação, cusos de Letras ou matérias leterárias com endereço arqueológico, histórico-artístico da faculfdade de Letras e Filosofia da universidade da academia de Belas Artes Italiana (com apresentação de certificado de inscrição do ano em curso).

OBSERVAÇÃO: ingressos gratuitos e reduzidos serão aceitos somente com apresentação de um documento de reconhecimento válido.

 

ATENÇÃO: Não será possivel a entrada ao sito reservado sem a apresentação do voucher ou bilhete. A apresentação da cópia do pedido não dará nenhum direito ao acesso. A regra deverá ser respeitada sem alguma fexibilidade.

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