Nápoles Essencial: Museu Arqueológico e Museu Nacional de Capodimonte

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Panorâmica

Admire a residência da família Borbone e coleções arquelógicas italianas! O Museu Arqueológico Nacional contém uma coleção particularmente rica de esculturas gregas e romanas. Muitos dos objetos provém de escavações em Pompei, Erculano e sitos arqueológicos ao redor do Vesúvio e Campi Flegrei, testemunhas silenciosas de uma das mais famosas erupções vulcânicas de todos os tempos.

Viste também um dos museus italianos mais importantes, Museus de Capodimonte, e admire os tesouros das coleções Francese e Borbone, pinturas provenientes de igrejas napoletanas, entre as quais, obras de arte de Caravaggio. Aproveite o parque e jardim desta antiga reserva de caça e sua belíssima vista sob Nápoles e aos redores!

A reserva deverá ser efetuada pelo menos 1 dia útil antes da data desejada.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE RESERVAR

IMPORTANTE: após ter completado sua reserva com sucesso, irá receber dois e-mails: o primeiro (imediatamente após a reserva) será a copia de seu pedido e o segundo (um dia útil após a reserva ou na Segunda-feira se o pedido for feito na Sexta-feira ou final de semana) com o Voucher que deverá ser imprimido e apresentado ao museu 15 minutos antes do horário confirmado. Favor completar corretamente o formulário com enderço e-mail e verificar que os filtros anti-spam e antivírus não estejam bloqueando o correio eletrônico do nosso endereço [email protected] Especial atenção aos usuários de AOL e Sbcglobal.net. O voucher estará disponível em sua conta um dia útil após o pedido.

ATENÇÃO: se o horário reservado não estiver disponível, será confirmado automaticamente o horário mais próximo na mesma data. Os ingressos serão confirmados segundo disponibilidade do museu.

Política de cancelamento

Uma vez confirmada a visita, não será possivel modificar ou cancelar.

Horários de abertura Capodimonte

Aberto de quinta-feira a terça-feira das 8:30 às 19:30. Fechado, 1° de janeiro, 25 de dezembro. A bilheteria fecha uma hora antes do fechamento do museu.

A reserva deverá ser efetuada pelo menos 1 dia útil antes da data desejada.

Horários de abertura Museu Arqueológico Nacional de Nápoles

Fechado de Terça-feira, 1° de Janeiro e 25 de Dezembro. A bilheteria fecha uma hora antes do fechamento do museu.

Museu de Capodimonte

Após a subida ao trono de Carlo Borbone em 1734, a monarquia tornou-se um sistema de Sitos Reais por toda cidade. Junto a Portici e Caserta, Capodimonte representa o episódio mais relevante deste periodo. Em 1738, Carlo di Borbone decidiu construir em uma colina de Capodimonte uma residência dedicada à caça, sob a direção de Antonio Medrano, completada um século mais tarde. De 1758 a 1806, os tesouros da coleção Farnese, herdada por Carlo di Borbone de sua mãe Elisabetta, foram trasferidos ao Palácio, junto aos tesouros do Palácio romano da família. Durante a década francêsa de 1806 a 1815, a Régia trasformou-se em residência. Os quartos do Palácio foram decoradas para os novos nobres inquilinos e todas as obras e antiguidades formam trasferidas ao Plácio dos Estudos. No final do século XVIII, tornou-se uma verdadeira Galeria de Arte Moderna, composta por pinturas e esculturas de artistas napoletanos, destribuidas em alguns dos salões do Palácio. Em 1920, o Palácio tornou-se propriedade do Estado, e em 1957, o Museu e Galerias Nacionais de Capodimonte foi aberto ao público. O Museu de Capodimonte é um dos mais importantes museus italianos; é composto pelas coleções Farnese e Borbone. A coleção Farnese nasceu com Alessandro Farnese (continuando, com papa Paolo III), pode ser dividida em dois ramos: a coleção romana (que inclui obras de Raffaello, Sebastiano Del Piombo, Tiziano, El Greco, os irmãos Carracci e Botticelli) e a coleção Parmesana (com importantes obras emilianas e flamingas). A coleção Farnese foi herdada por Carlo di Borbone, e foi enriquecida durante os dois séculos sucessivos, com importantes aquisições na era Borbonica, formando o que agora se conhece como coleção Bornonica. O Museu hospeda também uma série de pinturas provenientes de Igrejas Napoletanas, entre essas, duas obras de Caravaggio. Nas salas do museu podem-se admirar pinturas da escola ligure-provenzale, da Toscana a Verona do século XV, das escolas Emilianas Venetas dos séculos XVI, XVII e XVIII; trabalhos de manieristas e flamingos dos séculos XV e XVI e uma rica coleção da escola napoletana do século XV ao XVII. O segundo andar do museu hospeda uma coleção de arte contemporânea. O segundo andar do museu hospeda uma coleção de arte contemporânea, que representam a produção de famosos artistas das últimas décadas.

Museu Arqueológico Nacional de Nápoles

O edifício do museu foi inaugurado em 1615 com o nome de Palácio dos Estudos Reais, sede da universidade de Nápoles, que mudou-se em 1777. O edifício foi sede do Museu Borbone e da Biblioteca Real, onde encontrava-se a coleção Farnese, de pintura, livros e antiguidades, assim como relíquias encontradas em Pompéia, Ercolano e Stabia. Em 1860 o Estado Italiano tomou posse do museu e o renomeu de Museu Nacional. A biblioteca e a coleção de pinturas foram trasferidas para outro lugar e o museu por ter ficado só com peças antigas foi batizado de Museu Arqueológico.

O museu possue uma importante coleção de esculturas gregas e romanas, que provem de escavações feitas perto do Vesúvio e Campos Flegrei.

A coleção de pedras cravadas pelos Farnese incluem artigos do século XV de Cosimo de ´Medici e Lorenzo o Magnifico, assim como exemplares de época grega, romana e renascimental. A obra mais célebre e preciosa é a copa de àgata sardônica, chamada de ¨Tazza Farnese¨, um dos maiores camafeus produzidos para Alessandria do Egito para corte dos Tolomeus aproximadamente em 150 A.C.

A coleção de epigrafias comprende importantes incrições em lingua grega, osca, etrusca e latina e oferece uma rica documentação da hostória dos sitos arqueológicos da Magna Grécia, da Campania grega e romana e de Roma.

A seção egípsia compõe-se em grande parte dos materiais que provem de duas coleções particulares: a Borgia, constituida na segunda metade de 1700 e a Picchianti, inserida no início de 1800 que oferece numerosos testemunhos da cultura egípsia desde do antigo Reinado até a idade tolemaico-romana.

A coleção de mosaicos é formada por partes de superficies de pavimentos e alguns restos provenientes de Pompéia, Ercolano e Stabia.

Numerosas esculturas em mármore, em bronze e fragmaentos de pinturas expotas provem da residência Villa Suburbana ercolanesa, chamada também de ¨dei papiri¨ (dos papiros), por terem encontrado alí aproximadamente 2000 rolos de papiro. A residência foi explorada entre 1750 e 1765 por Carlo Weber, que desenhou sua planta indicando os lugares onde foram encontradas relíquias. Foi possivel individuar o programa decorativo que constitue um dos poucos exemplos de coleções artíscas particulares da antiguidade.

A exposição ¨La Magna Grecia¨ (A Grande Grécia) documenta a história e a cultura de muitos centros da Campania, da Puglia, da Basilicata e da Calabria em épocas pré-romanas, através de vários objetos como vasos, cerâmicas, pinturas fúnebres, objetos em ouro, bronze, vidro e moedas.

No salão da meridiana encontrava-se a Biblioteca borbonica. Em 1781, foi restaurado e afrescado por Pietro Bardellino e Giovanni Evangelista Draghi. O piso hà uma meridiana com desenhos que representam os signos zodiacais, realizados no final de 1700.

A seção topográfica ocupa várias salas e documentará a história dos principais sitos da antiga Campania. As salas que estão atualmente abertas são dedicadas à pré-história e à protostória do golfo de Nápoles e da Campania inteira.

A coleção exposta na Sala dos afrescos é constituida por fragmentos de gesso pintado, que foram destacados dos edifícios da área coberta pela erupção do Vesúvio em 79 D.C.; o conjunto constitue uma ecepcional documentação sobre a pintura decorativa da idade romana. Os fragmentos documentam muitos temas: mitológicos e leterários, natureza morta e paesagens, retratos e scenas de vida diária.

O museu acolhe também pinturas tiradas do Templo de Iside de Pompéia, são ricas de informações sobre o culto isiaco e do mundo nilótico, a coleção inclue também esculturas em mármore, bronze e cerâmica.

Temos também uma maquete de Pompéia feita em cortiça, produzida entre 1861 e 1879, é um exemplo pelos detalhes bem trabalhados.

É possivel admirar uma importante coleção de objetos em prata, que provem de residências de Pompéia e Ercolano e outros móveis provenientes da casa do Melandro em Pompéia. Hà uma grande variedade de objetos de marfim e osso, cerâmicas, vasos e plásticos decorativos. A coleção de vidros é constituida em grande parte por materiais que provem do Vesúvio, icluindo peças da coleção Farnese. De Pompéia provem três obras de arte realizadas com a técnica de vidro-camafeu: dois painéis com a figura dionisiaca e o famoso Vaso azul.

Detalhes do preço

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